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Era uma vez um rei e uma rainha de um grande e próspero reino. Eles eram muito unidos. Um belo dia a rainha anunciou por todo o reino que estava esperando um filho. Foi um alvoroço ! Todos ficaram muito felizes, especialmente o rei. Nove meses se passaram e a princesinha veio ao mundo. Como era linda ! Tinhas os cabelos dourados como os raios de sol, a pele rosada e os lábios eram rubros de rosa. Por iluminar a vida do rei e da rainha deram-lhe o nome de Aurora, que significa amanhecer do dia.
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Eles marcaram uma linda festa de apresentação da princesinha. Iriam apresenta-la para todo o reino e para o rei de Stradivarius. Há muito que o rei Ferdinando queria unir seus reinos e essa seria uma ótima oportunidade prometendo a mão da princesinha a Felipe, filho do rei Stevão.
A festa corria com grande alegria quando foi anunciada a chegada de três ilustres convidadas, as três boas fadas. Fauna, Flora e Primavera.Como presente cada uma delas abençou a princesinha com um dom.
Flora abençou a doce menina com o dom da beleza.
Primavera deu-lhe o dom do canto
E quando Fauna ia abençoar a princesinha, eis que uma luz tênue apareceu no meio do salão e aos poucos foi se intensificando até surgir Malévola.
Era a criatura mais despresivel de todos os reinos. Era uma mulher má e vingativa.
Ela cumprimentou a todos com seu ar dissimulado e indagou ao rei o porque de não ter sido convidada. As três boas fadas responderam em coro que ela não era bem vinda. Neste instante Malévola mostrou toda sua ira rogando uma maldição para Aurora. Disse a bruxa:
Essa linda criança que dorme crescera e será bela, amada e formosa. Porém ao completar seu décimo sexto aniversário, antes do por do sol, picará seu dedo no fuso de uma roca e morrerá !.
Assim como aparecera, a bruxa sumiu sem deixar rastro. Ficaram todos muito aflitos. O rei ordenou que todas as rocas fossem queimadas.

Mas como Fauna ainda não havia concedido seu presente iria amenisar a maldição ja que não poderia desfazê-la. Senda assim, caso a jovem picasse o dedo no fuso da roca não morreria mas dormiria de um sono profundo só podendo ser despertada por um beijo sincero de amor. Isso não diminuia a dor de ninguém e a rainha estva inconsolável. Ao término das festa as fadinhas tiveram uma ideia. Levariam Aurora para cria-la como uma plebeia. Levariam a menina em segredo para a floresta e lá a criariam como simples mortais. Depois de relutar e com muita tristeza no coração, os pais da menina aceitaram a oferta. Deixaram o seu tesouro mais precioso partir. Ficaram numa profunda tristeza mais sabiam que seria a única saida.
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Passaram os anos e de acordo com seu presentes recebidos Aurora possuia beleza e cantava como um anjo.
Chegara o grande dia enfim ! As três boas fadas que viveram todos aqueles anos como simples camponesas não viam o momento de revelar toda a verdade a Aurora. O grande dia em que ela seria mais uma vez apresentada a sociedade. Confabularam e resolveram que fariam uma surpresa para a moça. Mas teriam que afasta-la dali por algumas horas. Pediram para que a moça fosse até o bosque colher umas flores mas que em hipótese alguma conversasse com qualquer pessoa.
Ao avistar flores frescas sobre a mesa, Aurora ficou desconfiada de algo pois sabia que era seu aniversário, mas mesmo assim foi sem reclamar. Foi caminhando e cantando uma bela canção. Encontrou-se com os únicos amigos que possuia e lamentou sua sorte. De ser tão sozinha, de não ter amigos, de não ir a festas, de...

Enquanto isso do outro lado da floresta, na parte mais sombria, no castelo da malvada Malévola, a megera estava indignada. Há dezesseis anos atrás havia rogado a praga sobre a filha do rei e esta havia desaparecido sem deixar rastros.
Malévola encubiu seus leais monstrinhos de encontrar a princesa mas estes falharam. Malévola então mandou seu fiél bichinho de estimação a proucura da moça.
O corvo que era sagaz voou o mais rápido que pode atrás de uma moça com as características de Aurora.
Felipe chegou de soslaio, sem que Aurora percebesse nadas e ficou ali admirando-a. Como era linda ! Como era amavel ! Ali diante de seua olhos aquela humilde camponesa bailava com pequeninos animais silvestres. Ela cantava uma canção sobre um rapaz que conhecera em um sonho. Os pequeninos animais se apossaram dos pertences do príncipe e se puseram a bailar formando uma figura masculina. Aurora riu muito, mas entrou na brincadeira.

Felipe então se aproximou e tomou-a em seus braços, Ficaram dançando enamorados. Felipe não se continha de felicidade por encontrar aquele tesouro ali perdido. Aurora o admirou, era belo !
E de fato, pareciam se conhecer de longa data. Seus corações se uniram, era impossivel agora para Felipe desposar a filha do rei. Ficaram ali, dançando, cantando, trocando olhares.

Aurora então lembou-se de suas tias, lembrou-se do conselho para que não conversasse com estranhos. Desculpou-se com Felipe e o convidou para sua festa de aniversário logo mais tarde na cabana da floresta.

Felipe saiu dali direto para o palácio do rei Ferdinando, queria contar a seu pai Estevão que não haveria mais casamento pois seu coração se comprometera com a da jovem camponesa.
Enquanto isso na cabana as três fadinhas estavam terminando seus preparativos para a festa de Aurora. Fizeram um bolo, arrumaram a casa e fizeram um belo vestido a altura da princesa. É claro que tudo com a ajuda das varinhas mágicas. Aurora chegou eufórica com o acontecido. Contou as tias que estava apaixonda, que conhecera um gentil rapaz na floresta. Ao ver a expressão nos rostos de suas tias constatou que tinha algo errado. Elas então contaram a Aurora sobre sua vida. Que ela era uma princesa e estava prometida a um príncipe e aquele seria o dia de seu casamento.

A moça ficou desolada, mas não poderia fazer nada a não ser cumprir seu destino. Arrumou-se com muita tristeza e as acompanhou pela floresta até o seu destino.
Aurora subiu até seus aposentos para esperar que o dia acabasse para se apresntar na festa, o corvo a viu e foi comunicar à Malévola o paradeiro da jovem. Aurora estava só em seu quarto quando apareceu Malévola e a hipnotizou. Atraiu a moça até o alto da torre e lá a ordenou que espetasse seu dedo no fuso da roca.
As fadas chegaram tarde e não puderam evitar o mal. Sendo assim colocaram a princesa sobre seu leito e colocaram um encanto para que todo o reino também dormisse.
O príncipe Felipe foi até a cabana para se encontrar com a amada. Ao chegar Malévola o fez prisioneiro e o jogou em seu calabouço. Contou a Felipe toda a sua armação. Ela ria de satisfação. As três fadas descobriram então que Felipe era o rapaz que Aurora conhecera na floresta. Foram ajudá-lo a sair da prisão. Conseguiram liberta-lo mas a bruxa fez crescer em volta do castelo uma floresta de espinhos. A terrível bruxa se transformou em um horrendo dragão para destruir Felipe.
As fadas deram a Felipe armas mágicas.

Ajudaram Felipe a combater a malvada e num golpe, o príncipe acertou o coração do monstro.
Felipe subiu o mais rápido que pode até a torre do castelo e ao se deparar com sua amada sentiu seu coração disparar. Ajoelhou-se e depositou em seus lábios o doce beijo da vida.

Aurora abriu os olhos e sorriu de felicidade. Nesse instante ouviram o arauto e desceram para celebrar o retorno da princesa e seu casamento.

Todos estavam felizes, sem perceber o que aconteceu.
Felipe e Aurora se casaram e foram felizes para sempre.. .

Versão: Elke di Barros
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